Já parou para pensar o quanto somos diferentes um dos outros? Uns baixos, outros altos, uns belos, outros com as formas nem tão harmoniosas assim... Quantas formas de personalidades, tanta gente para se compreender! Tanta história vivida, milhões de experiências a ser lembradas!
Para muitos algumas etapas não chegam, mas o fato é que, na vida sempre se espera aplicar essa regra: nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer. Quantos dilemas nos assombram pela vida a fora... Quando crianças, apegamos as brincadeiras; adolescentes, queremos resolver o mundo... Quando maduros, desistimos de tudo isso. Seríamos então todos iguais?
Nem uma coisa , nem outra, tudo se tornam relativo... Posso sim, ter uma história parecida com a do outro, mas não sou ele, não posso querer entender as coisas por ele, nem querer que o mesmo tome as minhas atitudes como forma de solução. Da mesma forma, posso não ter nada haver com o outro e mesmo assim tentar entender a forma como ele enxerga a vida.
A todos existe dois prismas, um que compreende e outro que acusa, sem sombras de dúvidas vejo que todos nós temos duas interpretações: defeitos e qualidades, porém todas vindas de um só aspecto: a característica. O que faz ser qualidade ou defeito é o prisma que usamos para enxergar o outro.
Por fim, somos em partes diferentes e em partes bem parecidos. Posso ter a minha opinião, minha experiência, mas inevitavelmente tenho que respeitar a sua, por muitos motivos, mas o principal é a consciência de que acima de tudo na vida não sou nada de mais, mas sem perceber posso ser igual a você.
Para muitos algumas etapas não chegam, mas o fato é que, na vida sempre se espera aplicar essa regra: nascer, crescer, reproduzir, envelhecer e morrer. Quantos dilemas nos assombram pela vida a fora... Quando crianças, apegamos as brincadeiras; adolescentes, queremos resolver o mundo... Quando maduros, desistimos de tudo isso. Seríamos então todos iguais?
Nem uma coisa , nem outra, tudo se tornam relativo... Posso sim, ter uma história parecida com a do outro, mas não sou ele, não posso querer entender as coisas por ele, nem querer que o mesmo tome as minhas atitudes como forma de solução. Da mesma forma, posso não ter nada haver com o outro e mesmo assim tentar entender a forma como ele enxerga a vida.
A todos existe dois prismas, um que compreende e outro que acusa, sem sombras de dúvidas vejo que todos nós temos duas interpretações: defeitos e qualidades, porém todas vindas de um só aspecto: a característica. O que faz ser qualidade ou defeito é o prisma que usamos para enxergar o outro.
Por fim, somos em partes diferentes e em partes bem parecidos. Posso ter a minha opinião, minha experiência, mas inevitavelmente tenho que respeitar a sua, por muitos motivos, mas o principal é a consciência de que acima de tudo na vida não sou nada de mais, mas sem perceber posso ser igual a você.