Ando me repetindo, fazendo o que não quero, o que não agüento, o que da alma já está saturado, prometendo sempre não voltar ao mesmo ponto de partida. Sinto-me perdida e me vejo mais uma vez como eu na verdade nunca queria enxergar: sozinha com a minha solidão.
Dizendo verdades irrefutáveis, rezando uma prece que nunca acaba; eu sei que um dia vou embora, mas e até lá? O ingrato disso tudo é que quando esse dia chegar, mesmo se esse dia não chegar, você não vai notar todo meu esforço.
Dizendo verdades irrefutáveis, rezando uma prece que nunca acaba; eu sei que um dia vou embora, mas e até lá? O ingrato disso tudo é que quando esse dia chegar, mesmo se esse dia não chegar, você não vai notar todo meu esforço.
Não há nada que eu faça para você entender de uma vez por todas que ando falando sério, não sei mais o que faço para me convencer de que não dá mais; já pensei entregar os pontos, até entreguei, mas o que está aqui dentro ainda não mudou.
Sentimento amargo e recolhido que me arde a alma quando estou só, que lança num segundo do desafio à loucura; tateando meu destino busco em mim um lugar seguro onde só eu posso mudar as coisas que tanto incomodam.
Peço desculpas se te ofendo com o que eu na verdade nem gostaria de sentir, talvez um dia me cure talvez um dia eu me perca de vez, mas pode ser que um dia eu derrube as fronteiras da minha cegueira que tanto me impedem de transpor dessa história o mesmo momento: o fim.
Sentimento amargo e recolhido que me arde a alma quando estou só, que lança num segundo do desafio à loucura; tateando meu destino busco em mim um lugar seguro onde só eu posso mudar as coisas que tanto incomodam.
Peço desculpas se te ofendo com o que eu na verdade nem gostaria de sentir, talvez um dia me cure talvez um dia eu me perca de vez, mas pode ser que um dia eu derrube as fronteiras da minha cegueira que tanto me impedem de transpor dessa história o mesmo momento: o fim.