Quantas vezes no auge de nosso autoritarismo egocêntrico, motivados por uma vontade qualquer de fazer algo gritamos: A vida é minha! Ai vem à pergunta, será que é mesmo? Se fosse nossa mesmo deveríamos fazer da vida o que bem quiséssemos. Mas deve-se questionar muito bem a si próprio antes de se afirmar que somos donos de alguma coisa: Depende da própria vontade para que as coisas se realizem?
Sem querer mudar a doce ignorância de quem realmente acredita ser dono de seu próprio destino, mas façamos aqui uma analogia... A vida às vezes, pra não dizer sempre, parece um trem desgovernado, aonde nós somos hora o maquinista desesperado tentando ajustar máquina na direção esperada e horas, somos os passageiros que mal tomam consciência do que está acontecendo.
Sem pessimismos baratos, mas se pararmos pra pensar o que podemos afirmar como sendo nosso mesmo são as nossas metas, nossos objetivos, porque estes sim dependem de nossas vontades, aliás, a vontade também não é consciente, mas o que fazemos com ela é do nosso domínio. Nem sempre querer é poder, mas sempre querer é primeiro passo de fazer por onde conquistar, realizar algo.
A vontade nunca será fator determinante para que as coisas aconteçam, porque ela é apenas o começo de uma trajetória, não confundir vontade com domínio já seria pra todos nós um adianto de vida. Se pensássemos sempre assim canalizaríamos nossas energias e força para o que realmente interessa: o fazer. Então antes de dizer que algo é nosso, seja um sonho, uma meta, um destino, seja lá o que for façamos o que seria mais racional: lutar para que a nossa vontade trabalhe a nosso favor.
Sem querer mudar a doce ignorância de quem realmente acredita ser dono de seu próprio destino, mas façamos aqui uma analogia... A vida às vezes, pra não dizer sempre, parece um trem desgovernado, aonde nós somos hora o maquinista desesperado tentando ajustar máquina na direção esperada e horas, somos os passageiros que mal tomam consciência do que está acontecendo.
Sem pessimismos baratos, mas se pararmos pra pensar o que podemos afirmar como sendo nosso mesmo são as nossas metas, nossos objetivos, porque estes sim dependem de nossas vontades, aliás, a vontade também não é consciente, mas o que fazemos com ela é do nosso domínio. Nem sempre querer é poder, mas sempre querer é primeiro passo de fazer por onde conquistar, realizar algo.
A vontade nunca será fator determinante para que as coisas aconteçam, porque ela é apenas o começo de uma trajetória, não confundir vontade com domínio já seria pra todos nós um adianto de vida. Se pensássemos sempre assim canalizaríamos nossas energias e força para o que realmente interessa: o fazer. Então antes de dizer que algo é nosso, seja um sonho, uma meta, um destino, seja lá o que for façamos o que seria mais racional: lutar para que a nossa vontade trabalhe a nosso favor.