terça-feira, 2 de setembro de 2025


As redes sociais deram protagonismo a uma gente que conhecíamos, mas até então não levávamos a sério: os cruéis. Quem não conhece alguém que sempre tem uma versão escusa de uma fato onde só ele sabe a fonte? Quem não conhece alguém que consegue fazer os piores comentários mesmo nas situação mais infelizes em nome da brincadeira? Os famosos intragáveis, gente que tratamos com o máximo de cordialidade e diplomacia porque justamente não queremos tenham a liberdade de falar o que pensam conosco, por serem chatos.
   Sim, são essas pessoas que andam movimentando a internet. Aquelas mesmas que na vida a gente evita qualquer assunto sério, por ter consciência que são completos idiotas, no sentido visceral da palavra. Pessoas que julgamos até inocentes mediante a tanta ignorância, mas que num ambiente virtual encontra proteção para todo seu sadismo. E é ali que colocam pra fora toda sua frustração em forma de ódio, intolerância, perversidade e ironia. Nem que pra isso tenham que ignorar a verdade, a dignidade humana e as leis. Compartilham notáveis mentiras, reagem com risadas a tragédias, atacam seus iguais como deuses, questionam o inquestionável.
   O que paira no ar é: em nome de que? Qual o limite dessas pessoas? Não vivem no mesmo mundo que a gente? A internet pra essa escória virou um Olimpo onde o Google é a fonte de pesquisa, abastecida de verdades por eles mesmos, para dar razão à toda e qualquer histeria coletiva. Discursos prontos, conversas enfadonhas, debates altamente polarizados, argumentos sem fundamentos.
   Medo dessa gente que se diz de bem, porém só consegue pensar em morte e linchamento de todo aquilo que lhe é diferente. Saudades do tempo que essa galera se limitava as saudações de bom dia, boa tarde e boa noite, porque suas atuais colocações não estão somando à coletividade, apenas mostram a pior faceta da humanidade: a crueldade. redes sociais deram protagonismo a uma gente que conhecíamos, mas até então não levávamos a sério: os cruéis. Quem não conhece alguém que sempre tem uma versão escusa de uma fato onde só ele sabe a fonte? Quem não conhece alguém que consegue fazer os piores comentários mesmo nas situação mais infelizes em nome da brincadeira? Os famosos intragáveis, gente que tratamos com o máximo de cordialidade e diplomacia porque justamente não queremos tenham a liberdade de falar o que pensam conosco, por serem chatos.
Sim, são essas pessoas que andam movimentando a internet. Aquelas mesmas que na vida a gente evita qualquer assunto sério, por ter consciência que são completos idiotas, no sentido visceral da palavra. Pessoas que julgamos até inocentes mediante a tanta ignorância, mas que num ambiente virtual encontra proteção para todo seu sadismo. E é ali que colocam pra fora toda sua frustração em forma de ódio, intolerância, perversidade e ironia. Nem que pra isso tenham que ignorar a verdade, a dignidade humana e as leis. Compartilham notáveis mentiras, reagem com risadas a tragédias, atacam seus iguais como deuses, questionam o inquestionável.
O que paira no ar é: em nome de que? Qual o limite dessas pessoas? Não vivem no mesmo mundo que a gente? A internet pra essa escória virou um Olimpo onde o Google é a fonte de pesquisa, abastecida de verdades por eles mesmos, para dar razão à toda e qualquer histeria coletiva. Discursos prontos, conversas enfadonhas, debates altamente polarizados, argumentos sem fundamentos.
Medo dessa gente que se diz de bem, porém só consegue pensar em morte e linchamento de todo aquilo que lhe é diferente. Saudades do tempo que essa galera se limitava as saudações de bom dia, boa tarde e boa noite, porque suas atuais colocações não estão somando à coletividade, apenas mostram a pior faceta da humanidade: a crueldade.

Esperançar Novos Horizontes

 







 Sabe quando se descobre que amadureceu? No momento em que se entende que indireta é covardia, que fugir não é solução, que sair culpando Deus e o mundo são apenas estratégias patéticas de não enfrentar causas e consequências.
    Quando a gente aceita em silêncio o destino, seja num doce sorriso ou numa lágrima relutante em cair, percebe-se que existe um processo de perdas e ganhos. Nem sempre sai como se deseja, mas não existe outro caminho a não ser lidar com os fatos.
 Assim, aceitamos os próprios fracassos na mesma medida em que festejamos nossas vitórias, acolhendo quem somos e por que assim nos constituímos como pessoa, com nossa personalidade e valores.
     Com isso, aceitamos a vida como ela é: um eterno processo de nossas questões subjetivas frente aos desígnios das circunstâncias. Não existe solução fácil, mas também é fundamental acreditar no amanhã, "esperançar" novos horizontes, investindo toda nossa força emocional, psíquica e laboral na busca de significados.
   Por fim, todo o processo, e tudo que ele implica, tem como resposta o significado: o sinal que será a dosimetria de alento ou lamento. Não como uma sentença, mas como uma bússola de novos momentos. Afinal, a vida é implacável com o tempo e sempre continua.