Apesar de lindo, o brilho das estrelas que tanto fascina, nada mais é que o reflexo de um passado remoto, seu brilho frio e distante encanta e preenche o vazio escuro que é o universo. O mesmo acontece com o passado, me sinto presa ao que já se foi por ser a única coisa que consigo enxergar na imensidão que existe em mim.
Parece que só tem sentido o ontem, pois eu o vejo, não o tenho, mas consigo vislumbrar o que outrora foi presente. Cada vez se torna mais difícil aceitar que algumas recordações/perspectivas fiquem pelo caminho a mercê do esquecimento, coisas bobas, eu sei, mas que por ter me empenhado tanto, não permito deixá-las para trás.
Assim como a beleza das estrelas, o passado com suas ilusões ainda volta a me pegar peças, pois mesmo sabendo que não existem, me pego ainda presa ao que nunca aconteceu, sonhando como se aquela saudosa esperança se torne realidade. Porque o que realmente me prende ao passado é o brilho que toda e qualquer expectativa possuiu um dia.
Parece que só tem sentido o ontem, pois eu o vejo, não o tenho, mas consigo vislumbrar o que outrora foi presente. Cada vez se torna mais difícil aceitar que algumas recordações/perspectivas fiquem pelo caminho a mercê do esquecimento, coisas bobas, eu sei, mas que por ter me empenhado tanto, não permito deixá-las para trás.
Assim como a beleza das estrelas, o passado com suas ilusões ainda volta a me pegar peças, pois mesmo sabendo que não existem, me pego ainda presa ao que nunca aconteceu, sonhando como se aquela saudosa esperança se torne realidade. Porque o que realmente me prende ao passado é o brilho que toda e qualquer expectativa possuiu um dia.